O impeto irracional de compra devasta natureza e amplia desigualdade. Mas é alimentado pela ideia de que mercadorias suprem vazios existenciais O trânsito insano nos grandes centros urbanos, a excitação provocada pelas luzes e decoração das cidades, filas enormes no estacionamento dos centros comerciais e a imposição da compra de um número quase sem fim de presentes: para familiares, amigos secretos ou simplesmente conhecidos. Fico pensando no real significado da data, de fechamento do ano e de um ciclo. Será que estamos comemorando o Natal de forma sustentável, com tanto desperdício de comida e embalagens, amontoado no dia seguinte às comemorações? Será que passamos valores humanos para as crianças ao comemorar um Natal em que o presente é o mais importante da festa e as cartas endereçadas ao bom velhinho trazem listas sem fim de brinquedos e eletrónicos – objetos de desejo das nossas crianças desde a mais tenra idade? Consumo consciente versus consumismo. Esse talvez seja o maior desafio que a contemporaneidade nos reserva: como consumir de forma mais consciente e crítica, principalmente em épocas como o Natal, quando somos atravessados e impelidos a consumir em excesso? Não podemos negar que o consumo faz parte do nosso cotidiano. É um factor importante no processo de desenvolvimento económico, pois aquece o mercado e a produção, gera lucros e empregos. Mas, quando recebe o sufixo ismo essa prática, tão trivial no nosso dia a dia, transforma-se em doença. Oneomania ou compulsão por comprar é hoje um fenômeno que acomete uma grande fatia da população mundial, a maioria mulheres, segundo dados científicos recentemente apurados. Um alerta, porém: atualmente o consumismo não é tido como doença. É um hábito e estilo de vida, aceite na nossa sociedade desde a infância não só pelo estímulo incansável do mercado, mas também pela enorme pressão social que nos convida a consumir sem reflexão. Mais do que um hábito, o consumismo hoje agrega valor ao indivíduo. E aí vale a reflexão: que valores são esses que estamos transmitindo às crianças? Hábitos consumistas e valores materialistas que priorizam o ter em detrimento do ser, o individual acima do coletivo, a competição ao invés da cooperação. Facto que fica evidente no documentário de 2008 "Criança, Alma do Negócio", da directora Estela Renner, numa cena surpreendente em que somente uma em cada dez crianças diz preferir brincar a comprar. O estilo de vida consumista coloca-nos, portanto, questões sérias e urgentes. A primeira é de ordem ética e moral: 20% da população mundial consomem 80% dos recursos naturais, ou seja, poucos consomem muito, enquanto a maioria passa por privações. Num país como Portugal, que tem uma desigualdade social enorme, esse fator agrava-se contribuindo para o aumento da pobreza e da violência. O segundo ponto diz respeito às questões ambientais, pois sabemos que os recursos são finitos e relacionamo-nos com eles de forma insustentável. Por fim, não podemos deixar de mencionar os impactos emocionais que esse estilo de vida impõe aos sujeitos contemporaneos que crescem acreditando na posse e oferta de objetos como sinónimo de felicidade e demonstração de afeto. Se antigamente os nossos elos sociais se davam por instâncias claras como espiritualidade, família e escola, hoje precisamos adornar os nossos corpos para nos fazer visíveis e assim sermos reconhecidos e aceites como membros da sociedade. O consumo transformou-se em passaporte para obtenção de cidadania, proporcionando ao sujeito visibilidade social. Bens e serviços funcionam como ingresso de trocas sociais e afetivas. A cultura do consumo, na qual estamos todos inseridos, mercantilizou dimensões sociais e datas comemorativas. Mas consumir pode significar extinguir e destruir, portanto precisamos mudar nossos próprios hábitos de consumo, assim como passar valores menos materialistas às nossas crianças, para que nas suas cartas de Natal peçam algo além de objectos. O meu pedido vai aos adultos cuidadores de crianças, sejam eles pais, avós ou educadores. Será que juntos não conseguimos lutar contra esse convite exagerado ao consumo, e realizar festas de final de ano que envolvam outro tipo de troca – que não somente a de presentes? Talvez assim possamos subverter a ordem estabelecida do consumismo desenfreado e exercitar o desapego. E encontrar uma forma mais sincera de fechar nosso ano com menos dívidas e mais afecto. Boas festas!
Este blogue é tão-somente a minha “página” na Internet.Não sou o dono da razão, nem da verdade,sou mais um ser humano e tenho “defeitos” como todos os outros. A minha escrita por vezes, poderá ser cáustica, e satírica, escrevo assim por gosto, por amor incondicional pela escrita, natureza, humanidade, paz, liberdade, justiça social, e um mundo novo, exequível. Se o meu amor for "pecado" estou a residir no planeta errado ! BEM VIND@S A TOD@S QUE VIEREM POR BEM ! vitor jorge
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Papa Francisco afirma que todos os animais vão para o céu
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
MONARQUIA P.S.
26 NOVEMBRO 2014
As monarquias ainda são um fenómeno privilegiado em muitos países do mundo pelos súbditos que as desejam manter a expensas próprias. Com cada vez menos poder e representatividade política, conclui-se que não servem para coisa alguma, ou melhor, dão prejuízo . Portugal e as regiões autónomas dos Açores e da Madeira vivem numa República descaracterizada, maltratada e vilipendiada, mantendo ainda o nome de república (quantas vezes das bananas) . Nos Açores, os nossos (des)governantes P.S. tomaram a decisão empirica de instaurar uma monarquia com todos os privilégios da realeza actualmente designada por bois, desculpem os leitores Boys, termo inglês ridículo sem sentido na língua dos patriotas portugueses. Instaurada a monarquia, de imediato a nomeação de condes, marqueses, alcaides, senhores do tudo e do nada ou sejam os tais de bois , perdão Boys (irra) . Na presente monarquia os títulos honoríficos foram meticulosamente escolhidos não fosse algum desatar aos berros e às marradas ; assim nomeou-se o conde dos mares e ilhas , com gordurosas mordomias quando na realidade nem conhece as características da água da torneira muito menos os ilhéus das formigas. Está mal ! Entrega-se ao marquez o estatuto de senhor administrador todo poderoso da produtividade, quando na realidade não sabe produzir coisa alguma . Está péssimo! Enquanto se distribuem títulos honoríficos e cargos de altíssima responsabilidade a condes e marqueses numa dinastia sucessória, a plebe vive as ruas da amargura deambulando de "canudo" nas mãos na busca incessante de uma oportunidade de emprego no desejo intrínseco de mostrar os seus valores e conhecimentos adquiridos a expensas próprias e atestados por universidades e instituições credíveis que em monarquia valem muito menos que um sabugo . O rei vai nú mas tem o poder e a glória.
São estes cus de Judas das monarquias modernas que ditam abulias de dimensões catastróficas na senda do progresso.
A um vulgar ladrão dá- se o pomposo nome de corrupto e se por mero acaso é preso diz-se detido para averiguações, que um advogado dos caros se encarrega de provar a " inocência" e devolver o mesmo à sua profissão de ladrão. Aconselho a toda a plebe Açoreana que vive na amargura e depressivo desalento, não tem emprego nem perspectivas, que se inscrevam membros o mais urgente possível nesta monarquia "rosa", e quiçá se abra alguma porta. Claro que terão de lamber muitas botas, e cheirar umas quantas bufas pestilentas da praxe,com persistência e poder de encaixe quiçá surge uma destas promoções compensatórias. Como bónus poderá ainda renomear por sucessão familiares amigos e conhecidos até à décima centésima geração de parentesco. Caso opte por oferecer resistência ideológica, terá de comer as sobras dos porcos de engorda ,se as encontrar. Eles comem tudo!
A desumanidade e as injustiças sociais encontram nesta gestão monárquica monopolista o alento para uma corrupção de valores humanos com resultados nefastos e imprevisíveis numa sociedade que se ergue diariamente numa cruzada de esperança e sonhos desfeitos, acreditando que a igualdade de oportunidades são o motor do progresso e da democracia. O breu da noite devolve ao sonho a realidade numa anarquia de favores a quem nunca os mereceu .
Não se nota, mas sou republicano convicto!
(Texto de opinião pessoal e colectivo protegido por copyright) o autor não utiliza o acordo ortográfico ensaiosobrealucidez53blogspot.com
(Por favor deixe um comentário se lhe aprouver)
domingo, 23 de novembro de 2014
Espelhos (Eduardo Galeano)
domingo, 16 de novembro de 2014
Maldita Burocracia
16 NOVEMBRO 2014
...Crimes Burocráticos
Vivemos na era das ditaduras, se cai um sistema de “governo ditatorial”, um novo governo nada faz para mudar o que está errado, pior, o povo, já cansado de tantas lutas, acredita que realmente mudou. O resultado dessa crença inabalável de que tudo agora vá dar certo, somado à publicidade, interesse de religiões baseadas em princípios fundamentalistas, achando que realmente não é preciso ter sentimento para dar significado às palavras, levam-nos a retroceder no tempo. Cansados de tantas batalhas e lutas do dia-a-dia, os trabalhadores abrem a guarda para mais uma ditadura, a ditadura da burocracia. Para quem não está atento, burocracia é a melhor maneira de roubar uma pessoa. Algumas pessoas acreditam que o que foi assinado deverá ser cumprido, não importando se foram roubadas, mas é para isso que servem os advogados. Se você tiver um bom advogado – o melhor advogado é o advogado que se pode confiar – você terá uma grande possibilidade de não ser roubado, caso contrário, estará nas mãos dos burocratas. Não é tão fácil evitar a burocracia, ela está por toda parte, mas isso não evita a ação dos malandros. Com tanta burocracia, surge até a fobia, pessoas que não suportam ver papéis à sua frente. Pessoas com fobia de burocracia enchem caixas de papéis e faturas durante até um ou dois anos, para depois tentar arrumar. Durante alguns momentos a pessoa tem a brilhante idéia de queimar tudo, logo o pavor toma conta dela: E se algum papel importante for queimado? – pensa. A burocracia é, em alguns casos, totalmente inútil. Pense bem, segundo os especialistas em burocracias – acredite, já temos isso – contas como àgua, luz e telefone, devem ser guardadas durante dois anos. O motivo, segundo esses “consultores”, é que, em caso de alguma falha no sistema, você terá como comprovar o pagamento, evitando dor de cabeça. Tente imaginar uma família humilde que gaste mensalmente vinte e cinco euros de luz – acredite, temos pessoas humildes assim também – essa pessoa guarda os extratos de suas poucas contas durante dois anos, para evitar essa tal dor de cabeça. Se essa mesma pessoa deixar de pagar a sua conta um único mês, receberá o aviso “carinhoso”: “Caro cliente, a sua conta desse mês não foi paga. Caso essa conta não seja paga dentro de trinta dias, o seu abastecimento será suspenso.” Entenderam? – Se faltarem dois pagamentos, o abastecimento será suspenso, mas a “bendita” fatura deve ser guardada por dois anos, para que fique devidamente comprovado o seu pagamento. Lembro quando fui ao Centro de Emprego para fazer o meu primeiro registo, até então eu trabalhara sem registo – e aí de quem denunciasse para o Ministério do Trabalho. A atendente perguntou-me – Onde está a sua carteira profissional , para que eu possa fazer o seu registo. Não tenho carteira profissional – respondi. Mas que tipo de homem é você que não tem carteira profissional ? – perguntou-me ela. Com quinze anos, eu senti todo o peso da burocracia nas minhas costas. Pensei em explicar à mulher que eu só tinha quinze anos, mas senti no seu olhar que a sua intenção não era exactamente discutir o sistema – perdi uma grande oportunidade de emprego. Depois de juntar setenta escudos, fui até o Banco da cidade. A bancária disse-me gentilmente – O mínimo, para abrir uma conta, é cem escudos, meu filho. Concluí que a procura pela primeira conta bancària deveria ser grande, e que eu precisaria juntar mais trinta escudos , caso eu quisesse realizar o meu “grande” sonho "capitalista". Depois de conseguir os cem escudos, voltei ao banco – Você poderia me apresentar o seu BI, por favor? – pediu-me educadamente a bancária. Sem o BI não daria para abrir a conta, mais uma vez o meu sonho seria adiado. O dinheiro do custo do BI canalizei para a poupança. BI – Cadastro de pessoas físicas. Poderíamos chamar também de controle de pessoas físicas, mas eles são covardes demais para assumir. Um amigo meu resumiu tudo assim: Precisamos de identidade para tirar qualquer tipo de documento; precisamos do registo de nascimento para tirar a identidade; precisamos da certidão de casamento dos pais para tirar a identidade, etc. Se a identidade é necessária para tirar qualquer tipo de documento, então porque ela não pode ser utilizada para realizar essas funções, onde se utiliza outros documentos? – A resposta é controle. É através de seu BI e NIF que o Governo controla todo dinheiro que você movimenta, exceto o dinheiro que realmente deveria ser controlado, o dinheiro do OE. Não importa se você só tem quinze anos, se quiser entrar no sistema, terá que seguir as normas, além de ficar preso a elas, naturalmente. Maldita burocracia ! Em consciência sou um claustrofóbico da mesma, por essa razão nego-me a fazer parte desta sociedade burocratizada .
sábado, 1 de novembro de 2014
Sonho Americano?
O SONHO AMERICANO? CONHEÇA 10 FACTOS CHOCANTES SOBRE OS EUA
Os EUA costumam se revelar ao mundo como os grandes defensores das liberdades, como a nação com a melhor qualidade de vida do planeta e que nada é melhor do que o “american way of life” (o modo de vida americano). A realidade, no entanto, é outra. Os EUA também têm telhado de vidro como a maioria dos países, a diferença é que as informações são constantemente camufladas. Confira abaixo 10 fatos pouco abordados pela mídia ocidentais
GOSTE DESTE BLOGUE NO FACEBOOK
1. Maior população prisional do mundo Elevando-se desde os anos 80, a surreal taxa de encarceramento dos EUA é um negócio e um instrumento de controle social: à medida que o negócio das prisões privadas alastra-se como uma gangrena, uma nova categoria de milionários consolida seu poder político. Os donos destas carcerárias são também, na prática, donos de escravos, que trabalham nas fábricas do interior das prisões por salários inferiores a 50 cents por hora. Este trabalho escravo é tão competitivo, que muitos municípios hoje sobrevivem financeiramente graças às suas próprias prisões, aprovando simultaneamente leis que vulgarizam sentenças de até 15 anos de prisão por crimes menores como roubar chicletes. O alvo destas leis draconianas são os mais pobres, mas, sobretudo, os negros, que representando apenas 13% da população norte-americana, compõem 40% da população prisional do país.
2. 22% das crianças americanas vive abaixo do limiar da pobreza. Calcula-se que cerca de 16 milhões de crianças norte-americanas vivam sem “segurança alimentar”, ou seja, em famílias sem capacidade económica para satisfazer os requisitos nutricionais mínimos de uma dieta saudável. As estatísticas provam que estas crianças têm piores resultados escolares, aceitam piores empregos, não vão à universidade e têm uma maior probabilidade de, quando adultos, serem presos.
3. Entre 1890 e 2012, os EUA invadiram ou bombardearam 149 países. O número de países nos quais os EUA intervieram militarmente é maior do que aqueles em que ainda não o fizeram. Números conservadores apontam para mais de oito milhões de mortes causadas pelo país só no século XX. Por trás desta lista, escondem-se centenas de outras operações secretas, golpes de Estado e patrocínio de ditadores e grupos terroristas. Segundo Obama, recipiente do Nobel da Paz, os EUA conduzem neste momento mais de 70 operações militares secretas em vários países do mundo. O mesmo presidente criou o maior orçamento militar norte-americano desde a Segunda Guerra Mundial, superando de longe George W. Bush.
4. Os EUA são o único país da OCDE que não oferece qualquer tipo de subsídio de maternidade. Embora estes números variem de acordo com o Estado e dependam dos contratos redigidos por cada empresa, é prática corrente que as mulheres norte-americanas não tenham direito a nenhum dia pago antes ou depois de dar à luz. Em muitos casos, não existe sequer a possibilidade de tirar baixa sem vencimento. Quase todos os países do mundo oferecem entre 12 e 50 semanas pagas em licença maternidade. Neste aspecto, os Estados Unidos fazem companhia à Papua Nova Guiné e à Suazilândia.
5. 125 norte-americanos morrem todos os dias por não poderem pagar qualquer tipo de plano de saúde. Se não tiver seguro de saúde (como 50 milhões de norte-americanos não têm), então há boas razões para temer ainda mais a ambulância e os cuidados de saúde que o governo presta. Viagens de ambulância custam em média o equivalente a 1300 reais e a estadia num hospital público mais de 500 reais por noite. Para a maioria das operações cirúrgicas (que chegam à casa das dezenas de milhar), é bom que possa pagar um seguro de saúde privado. Caso contrário, a América é a terra das oportunidades e, como o nome indica, terá a oportunidade de se endividar e também a oportunidade de ficar em casa, torcendo para não morrer.
6. Os EUA foram fundados sobre o genocídio de 10 milhões de nativos. Só entre 1940 e 1980, 40% de todas as mulheres em reservas índias foram esterilizadas contra sua vontade pelo governo norte-americano. Esqueçam a história do Dia de Ação de Graças com índios e colonos partilhando placidamente o mesmo peru em torno da mesma mesa. A História dos Estados Unidos começa no programa de erradicação dos índios. Tendo em conta as restrições atuais à imigração ilegal, ninguém diria que os fundadores deste país foram eles mesmos imigrantes ilegais, que vieram sem o consentimento dos que já viviam na América. Durante dois séculos, os índios foram perseguidos e assassinados, despojados de tudo e empurrados para minúsculas reservas de terras inférteis, em lixeiras nucleares e sobre solos contaminados. Em pleno século XX, os EUA iniciaram um plano de esterilização forçada de mulheres índias, pedindo-lhes para colocar uma cruz num formulário escrito em idioma que não compreendiam, ameaçando-as com o corte de subsídios caso não consentissem ou, simplesmente, recusando-lhes acesso a maternidades e hospitais. Mas que ninguém se espante, os EUA foram o primeiro país do mundo oficializar esterilizações forçadas como parte de um programa de eugenia, inicialmente contra pessoas portadoras de deficiência e, mais tarde, contra negros e índios.
7. Todos os imigrantes são obrigados a jurarem não ser comunistas para poder viver nos EUA. Além de ter que jurar não ser um agente secreto nem um criminoso de guerra nazi, vão lhe perguntar se é, ou alguma vez foi membro do Partido Comunista, se tem simpatias anarquista ou se defende intelectualmente alguma organização considerada terrorista. Se responder que sim a qualquer destas perguntas, será automaticamente negado o direito de viver e trabalhar nos EUA por “prova de fraco carácter moral”.
8. O preço médio de uma licenciatura numa universidade pública é 80 mil dólares. O ensino superior é uma autêntica mina de ouro para os banqueiros. Virtualmente, todos os estudantes têm dívidas astronômicas, que, acrescidas de juros, levarão, em média, 15 anos para pagar. Durante esse período, os alunos tornam-se servos dos bancos e das suas dívidas, sendo muitas vezes forçados a contrair novos empréstimos para pagar os antigos e assim sobreviver. O sistema de servidão completa-se com a liberdade dos bancos de vender e comprar as dívidas dos alunos a seu bel prazer, sem o consentimento ou sequer o conhecimento do devedor. Num dia, deve-se dinheiro a um banco com uma taxa de juros e, no dia seguinte, pode-se dever dinheiro a um banco diferente com nova e mais elevada taxa de juro. Entre 1999 e 2012, a dívida total dos estudantes norte-americanos cresceu à marca dos 1,5 trilhões de dólares, elevando-se assustadores 500%.
9. Os EUA são o país do mundo com mais armas: para cada dez norte-americanos, há nove armas de fogo. Não é de se espantar que os EUA levem o primeiro lugar na lista dos países com a maior coleção de armas. O que surpreende é a comparação com outras partes do mundo: no restante do planeta, há uma arma para cada dez pessoas. Nos Estados Unidos, nove para cada dez. Nos EUA podemos encontrar 5% de todas as pessoas do mundo e 30% de todas as armas, algo em torno de 275 milhões. Esta estatística tende a se elevar, já que os norte-americanos compram mais de metade de todas as armas fabricadas no mundo.
10. Há mais norte-americanos que acreditam no Diabo do que os que acreditam em Darwin. A maioria dos norte-americanos são céticos. Pelo menos no que toca à teoria da evolução, já que apenas 40% dos norte-americanos acreditam nela. Já a existência de Satanás e do inferno soa perfeitamente plausível a mais de 60% dos norte-americanos. Esta radicalidade religiosa explica as “conversas diárias” do ex-presidente Bush com Deus e mesmo os comentários do ex-pré-candidato republicano Rick Santorum, que acusou acadêmicos norte-americanos de serem controlados por Satanàs .
IN Revistaforum.com.br JORNALQ.COM
"Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique"
Crónicas de Maria Cruz (Professora), Alberto Chacal (Escritor) e Luis Carmo (Administrador do site) copyright© jornalq.com & SL
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
JÁ MARCOU CONSULTA ?
16 OUTUBRO 2014
" Os deputados eleitos pelo PS pela ilha do Faial visitam no dia 20 de Outubro a freguesia das Angústias com o objectivo de auscultar as preocupações das pessoas e instituições" . Estarão disponíveis para atendimento na junta de freguesia das Angústias a quantos entendam colocar as suas preocupações ou sugestões entre as 10:30h e as 13:00h ". "Solicita-se que faça a sua marcação pelos telefones ...
Oh senhores deputados, aquando das eleições em que este bastião socialista lhes entregou a vitória não recordo de v.as ex.as terem imposto quaisquer reticências, antes pelo contrário lambiam botas distribuíam sorrisos às paletes num frenesim expectante de uma gorda vitória.
O povo, sempre o povo, fez-lhes a vontade acreditando bem aventuranças que nunca apareceram. Triste povo !
Não é minimamente ético, nem politicamente correta a vossa sobranceria para com este povo que os elegeu.
Ademais convém ter presente que os bastiões também caem e este especificamente está em ruínas e lá se vai o tacho que diga-se em abono da verdade não abundam por estas paragens.
Percorrer as ruas, tomar conhecimento in loco dos gigantescos problemas reais da freguesia com soluções seria o mínimo que se poderia oferecer aos Angustienses angustiados.
Isto não se faz senhores deputados! Como podem v.as ex.as ficar conscientes da realidade desta freguesia fechados num gabinete "atendendo" por marcação? Essa não lembrava ao diabo, mas lembrou a v.às ex.as habituados que estão ao comodismo de não fazer a ponta del corno e o ordenado (miserável) certinho no final de cada mês.
Quantas empresas sediadas nesta freguesia faliram deixando os funcionários com ordenados em atraso e vivem actualmente nas ruas da amargura (não valem estatísticas) ? Quantas pessoas buscam o primeiro emprego ? Quantos vivem no limiar da fome e da pobreza envergonhada quem lhes assiste ? Que valências tem o Hospital da Horta face ao seu custo? O que foi feito pelo ambiente, com contentores de lixo expostos em locar de valência turística exalando cheiros nauseabundos? Qual o estado das vias e respectivos passeios onde diariamente circulam pessoas com dificuldades motoras ?
Qual ... qual nada, dentro do gabinete com as indicações "sábias" do presidente da junta também PS ,conclui-se que está tudo bem, não falta nada e o povo que elegeu v.às ex.as são uns grandessimos pacóvios sem mérito algum. Pessoalmente não faço parte do "leque" da vossa marcação de consultas em virtude de prestar cuidados à minha mãe com doença de Alzeihmer que me absorve todo o tempo, ademais entendo que em democracia são os deputados que se deslocam até ao povo e não o contrário como bem entendem. Basta de desrespeito por quem os elegeu e merece tudo. Demonstrações desta natureza tem barbas brancas salazaristas.
Tirem portanto as vossas conclusões políticas deste acto, que vos sirva de lição, e sobretudo jamais esqueçam que apesar do medo instaurado é sempre o povo quem mais ordena .
Boas jantaradas, e viva o PS.
(Texto de opinião pessoal e colectivo protegido por copyright ) O autor não utiliza o acordo ortográfico ensaiosobrealucidez53blogspot.com